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	<title>LineUP Brasil &#187; nine inch nails</title>
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	<description>Festivais, shows e muito mais</description>
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		<title>T in the Park: balanço geral</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 02:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TweetObviamente, todas as impressões deste blogueiro estão contaminadas por ter sido este seu primeiro grande festival internacional &#8211; experiência desde já recomendadíssima. Apesar de bem menos badalado que seus co-irmãos ingleses (Glastonbury, Reeding etc), o TiTP já tem uma longa tradição local (foi o 16o. ano do festival), com um line-up que não fica a dever a nenhum dos outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton588" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F6arw42f&amp;via=lineupbrasil&amp;text=T%20in%20the%20Park%3A%20balan%C3%A7o%20geral&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2009%2F07%2F17%2Ft-in-the-park-balanco-geral%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Obviamente, todas as impressões deste blogueiro estão contaminadas por ter sido este seu primeiro grande festival internacional &#8211; experiência desde já recomendadíssima. Apesar de bem menos badalado que seus co-irmãos ingleses (Glastonbury, Reeding etc), o TiTP já tem uma longa tradição local (foi o 16o. ano do festival), com um line-up que não fica a dever a nenhum dos outros festivais de verão e com a galera escocesa na platéia, que é um show a parte &#8211; foram mais de 80 mil pessoas todos os dias, dançando e bebendo muito (como bebe essa galera). A organização foi bem bacana, sem grandes incidentes fora um atraso ou outro.</p>
<p>Destaques do festival: botas moderninhas (tipo galochas), saias curtas, cerveja sempre gelada (impressionante, em se tratando de Reino Unido) e, do lado negativo, a sujeira impressionante que a galera deixava no final do dia.</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-591" title="botas" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/botas-1024x154.jpg" alt="botas" width="1024" height="154" /></p>
<p><em>These boots are made for walking &#8211; febre no T in the Park.</em></p>
<p>Este ano o festival chegou a ser criticado por trazer muitas atrações &#8220;pop&#8221; (Lady Gaga, Katy Perry etc), mas isso não chegou a comprometer. Do lado oposto, ofereceu atracões alternativas finas pra todos os gostos &#8211; dos mais tradicionais (tipo Edwyn Collins) aos mais moderninhos (tipo Passion Pit). Mas o grosso do festival acaba sendo mesmo do indie rock de guitarras sujas estilo inglês, com dezenas de bandas semelhantes buscando seu lugar ao sol.</p>
<p>Indo então ao ponto: os destaques. Na sexta, o show do <strong>Nick Cave</strong> foi simplesmente antológico: raivoso, enérgico, emocionante. Quando ele cantou &#8220;There she goes, my beautiful world&#8221;, a pedido de uma menina da platéia, a coisa toda quase veio abaixo. Warren Elis é um animal tocando todo tipo de instrumento esquisito com aquele estilo Charles Mason. Inesquecível. Mereceram destaque na sexta também o <strong>The Maccabees</strong>, empolgante, e <strong>Edwyn Collins</strong>, histórico.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/MIyZ4bl9vG0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MIyZ4bl9vG0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object> </p>
<p><em>Nick Cave e sua trupe do mal quebrando tudo no TiTP.</em></p>
<p>No sábado a coisa toda era descaradamente mais pop, mas nessa linha o único destaque foi mesmo o vestido &#8220;scotish-style&#8221; de Katy Perry (não vi o show, mas vi a foto). Musicalmente, quem arrebentou foi o <strong>Foals</strong>, colocando todo mundo pra pular enlouquecidamente, sem dó. E o encerramento do <strong>Nine Inch Nails</strong> foi também histórico, agora que Trent Reznor afirma que o NIN chegou ao fim. No TiTP fizeram um show violento, agressivo e que terminou com a dolorida e angustiada &#8220;Hurt&#8221;. Pena que não rolou a jam com o Jane&#8217;s Addiction, que parecia meio óbvia já que lançaram disco juntos e estavam ambos no festival. Acho que foi por causa dos atrasos.</p>
<p><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/USsdO-y1F5o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/USsdO-y1F5o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object> </p>
<p>O domingo era todo do <strong>Blur</strong>, como já se sabia. Mas quem mostrou presença de palco e maturidade foi o <strong>Passion Pit</strong>, com um show irrepreensível. Colocou todo mundo pra dançar, em um show curto e grosso.</p>
<p>Já o <strong>Blur</strong> foi o que se esperava: histeria coletiva, felicidade contagiante e hit após hit. Depois da tensão do quase cancelamento por conta do mal-estar do Graham Coxon então, o show teve mesmo um gosto de alívio. Todo mundo saia do chão nos hits: &#8220;Boys &amp; Girls&#8221;, &#8220;Song 2&#8243;, &#8220;Parklife&#8221;, etc, e cantava junto as lentas. O encerramento com &#8220;The Universal&#8221; foi emocionante, com 85 mil pessoas cantando junto &#8221; Yes, it really really really really could happen&#8221;&#8230; Aconteceu, cara. E foi bem foda.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/0Zhg7f3u2Us&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0Zhg7f3u2Us&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><em>O Blur colocando 85 mil pessoas pra pular.</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zLsS293NBkY&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zLsS293NBkY&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><em>O Blur chega ao fim. Vê se vc acha alguém que não esteja emocionado nesse momento.</em></p>
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		<title>T in the Park: Segundo dia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 00:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TweetO sabado no T in the Park ja era um caos anunciado: ingressos sold-out faz tempo, cheio de atracoes pop (Lady Gaga, Katy Perry, The Killers) e alem de tudo com um dia lindo em Kinross. Pra variar, minhas escolhas foram as menos obivias, comecando com o That Petrol Emotion, nascido das cinzas do Undertones em 1985. Show bom, competente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton582" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F6h6kjby&amp;via=lineupbrasil&amp;text=T%20in%20the%20Park%3A%20Segundo%20dia&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2009%2F07%2F13%2Ft-in-the-park-segundo-dia%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>O sabado no T in the Park ja era um caos anunciado: ingressos sold-out faz tempo, cheio de atracoes pop (Lady Gaga, Katy Perry, The Killers) e alem de tudo com um dia lindo em Kinross.</p>
<p>Pra variar, minhas escolhas foram as menos obivias, comecando com o <strong>That Petrol Emotion</strong>, nascido das cinzas do Undertones em 1985. Show bom, competente, mas um tanto careta e ja cansativo. Mas dava pra ver bem sentado no gramado, como quase todo mundo.</p>
<p>O show do <strong>Horrors </strong>que viria na sequencia foi cancelado, entao ficamos com um tal de <strong>You and Me at Six</strong>, bandinha emo igual a qualquer outra em qualquer lugar do mundo. E aqui tb esse estilo tem seus fas, que fizeram barulho e pularam. Nao fiquei pra ver o que aconteceu.</p>
<p>Na saida passei pelo palco principal onde estava a <strong>Lady Gaga</strong>. Cara, eu NAO GOSTO de Lady Gaga, entao vou ate me abster de comentar. Mas uma coisa eh certa: a plateia estava lotadissima, e ela conduz o show como artista grande, mas essa coisa quero-ser-madonna me enche um pouco o saco. Mas enfim, eu disse que nao ia comentar&#8230;</p>
<p>Passada rapido no show do <strong>The Hours</strong>, banda interessante que fez um show bem agitado. A conferir.</p>
<p>No outro palco rolou o show do <strong>Noisettes</strong>, cheio de groove e funk e com uma energia vitaminada pela plateia (lotada) que empurrava a banda. A vocalista manda bem no palco, conduzindo o show com muito gas. O som eh bom, mas fica um pouco a sensacao de que esse estilo retro-sixties esta comecando a cansar. Mas valeu a pena.</p>
<p>Abri mao do <strong>Friendly Fires</strong> (que vao ao Brasil em agosto, so por isso) pra pegar o <strong>White Lies</strong>. Show rapido e barulhento, bombado tambem na plateia (em Londres tem cartaz do disco deles pela cidade inteira), mas que nao decepciona. A banda tem presenca e o vocalista sabe conduzir a galera, mas no final fica um gosto de &#8220;quero ser o Killers&#8221; no ar, ate pelo jeito de cantar do cara. E o pior eh que, com o Killers descambamdo de vez pro pop, capaz deles conseguirem.</p>
<p>O show do <strong>Foals</strong>, que veio na sequencia, foi simplesmente genial: vigoroso, dancante, enlouquecendo a plateia que nao parou de pular ate o ultimo hit (&#8220;Cassius&#8221;, obvio). Mostrou que a banda ja esta bem madura e pronta pra um palco principal.</p>
<p>Correndo mais um pouco (cansa viu) peguei o <strong>Ting Tings</strong>, que apesar da serie de problemas tecnicos fez um show legal, que atraiu bastante gente e empolgou principalmente nos hits.</p>
<p>O maior equivoco do dia foi tentar pegar o show do <strong>Of Montreal</strong>: show baguncado, cheio de problemas (pra vc ter uma ideia eles tiveram que REINICIAR o Mac deles no MEIO do show&#8230; problemas de uma banda eletronica, certo?) Mas nao eh so isso, achei que a banda se perde nessa coisa meio nerd-bizarra deles. Enfim, o show nao funcionou e nem fiquei ate o fim.</p>
<p>Por conta disso, peguei o <strong>Jane&#8217;s Addiction</strong> ja no final, mas deu pra sacar que o show foi barra pesada: rock de verdade, com um Perry Farrel empolgadissimo e quebrando tudo. So saiu do palco mesmo pq foi obrigado&#8230; queria ter visto mais.</p>
<p>O ultimo show do dia foi o <strong>Nine Inch Nails</strong>. Se vc acompanha esse blog sabe que pra mim o melhor show que vi ano passado foi o show deles na Argentina. E desta vez tambem nao decepcionou: com bem menos aparato tecnico, Trent Reznor colocou tudo abaixo no T in the Park: rock com raiva, violento e selvagem. Pra ir pra casa com os ouvidos zunindo. E aih fica a pergunta: e no Brasil, nada?</p>
<p>Shows que eu queria ter visto, mas nao deu: The Killers, The Specials (tinha muito fa dos caras la), Katy Perry, Glasvegas, Friendly Fires e Manic Street Preachers. Fazer o que, ne?</p>
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		<title>O melhor e o pior de 2008</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 17:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton29" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F49pe264&amp;via=lineupbrasil&amp;text=O%20melhor%20e%20o%20pior%20de%202008&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2009%2F01%2F13%2Fo-melhor-e-o-pior%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Escolher o melhor ou o pior de qualquer coisa é sempre um problema, ainda mais quando a gente fala de um show de rock. Pq depende muito não só da banda, mas da platéia, do lugar, até se por um acaso naquele dia vc não levou um pé da namorada e tal. Mas enfim, tentando levar em consideração todos os elementos possíveis, vou tentar fazer uma eleiçãozinha rápida:</p>
<p><strong>O melhor de 2008</strong>: No Brasil, eu diria o Muse. Nem é uma banda que eu seja mega-fã nem nada, mas como eu tava dizendo acima, todos os elementos funcionaram: a platéia tava jogando a favor, a noite tava ótima, carrinhos vendiam cerveja no meio da multidão (como ninguém pensou nisso antes nas casas de shows?) e, é claro, o som impressionou, grandioso, barulhento, empolgante.</p>
<p>Não vale totalmente porque não foi no Brasil, mas o show que pra mim ganharia como o &#8220;melhor&#8221; foi mesmo o do Nine Inch Nails, que por causa dessas burradas brasileiras não tocou por aqui. Fui ver o show em Buenos Aires, em um festival promovido pela Pepsi. Eu já tinha visto (mais ou menos) o NIN no Claro que é Rock, mas naquela noite, depois de Iggy Pop e Sonic Youth, realmente eu não prestei muita atenção (mas me lembro de já ter ficado positivamente impressionado). Bom, dessa vez os caras detonaram: a apresentação inteira tem um puta gás, o Trent Reznor não cansa um minuto sequer, o baterista detona e o show não cansa um só segundo. E isso tudo sem falar na parafernália visual toda, que cria  um clima todo especial. Showzaço.</p>
<p><strong>Surpresa do ano</strong>: Não que seja realmente uma surpresa, mas eu pelo menos achei que o show do Bob Dylan tinha tudo pra ser chato e melancólico. Mas o velhinho ainda surpreende, sem concessões, e numa noite especialmente empolgada (pros padrões dele, claro), foi capaz de enlouquecer um Via Funchal que ficava tentando entender que música era aquela que ele estava cantando. Genial.</p>
<p><strong>Pior show do ano</strong>: Pra mim, de longe, o MGMT. Esquisito, chato, progressivo. Tirando duas ou três músicas, dava quase pra vaiar. Mas pensando bem, eu já não gostava do disco&#8230;</p>
<p><strong>Decepção do ano</strong>: Plastiscines. No estúdio o rockinho tosqueira das meninas funciona, e até que na apresentação-relâmpago que elas fizeram no Vegas parecia  que  ia empolgar ao vivo também. Mas no Via Funchal o som ficou murcho, a performance tímida, e apesar de serem muito gatas, não era difícil você  se pegar prestando atenção em outra coisa no meio do show.</p>
<p><strong>Balada do ano</strong>: Não foi o show do ano, pq os moleques ainda não têm esse peso todo. Mas o show-surpresa do Black Lips no Astronete, no domingo depois do SP Noise, foi de enlouquecer: clima de clubinho, barulheira, bebida boa &#8211; parecia até sábado.</p>
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