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	<title>LineUP Brasil</title>
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	<description>Festivais, shows e muito mais</description>
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		<title>Thee Butcher’s Orchestra: os açougueiros contra a frescura e o hype</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
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		<category><![CDATA[thee butcher's orchestra]]></category>

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Por Zé Roberto Pereira. Foto: Adriano Cintra e Marco Butcher por Ivana Debértolis.
Talvez algum dia tenhamos que ensinar a toda uma geração que o termo “garage rock” não é apenas a descrição de um estilo musical, mas a expressão literal do local onde um determinado tipo de música se formava. Na São Paulo de 1996, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton5048" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2Fcvsll32&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Thee%20Butcher%E2%80%99s%20Orchestra%3A%20os%20a%C3%A7ougueiros%20contra%20a%20frescura%20e%20o%20hype&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F17%2Fthee-butchers-orchestra-os-acougueiros-contra-a-frescura-e-o-hype%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Thee-Butchers-Orchestra-8-por-ivana-debértolis-reduzida.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Thee-Butchers-Orchestra-8-por-ivana-debértolis-reduzida-e1337289896649.jpg" alt="" title="Thee Butchers Orchestra - (8) por ivana debértolis - reduzida" width="560" height="371" class="alignnone size-full wp-image-5049" /></a><br />
<em><br />
Por Zé Roberto Pereira. Foto: Adriano Cintra e Marco Butcher por Ivana Debértolis.</em></p>
<p>Talvez algum dia tenhamos que ensinar a toda uma geração que o termo “garage rock” não é apenas a descrição de um estilo musical, mas a expressão literal do local onde um determinado tipo de música se formava. Na São Paulo de 1996, foi na garagem de Marco Butcher que Adriano Cintra e ele gravaram sua primeira demo, depois de um encontro provocado pelo gosto comum pelo som cru e barulhento dos americanos da Pussy Galore. “Não acredito que você também gosta disso”, Adriano se lembra de Marco ter dito – naqueles tempos pré-internet, encontrar quem conhecesse e gostasse das mesmas bandas obscuras que você era quase um encontro de almas.</p>
<p>A influência da banda de Jon Spencer é nítida no som do Thee Butcher’s Orchestra – e é o que a diferencia de outras bandas garage brazucas, como Os Skywalkers. O Butcher’s era mais sujo, mais pesado e, por isso tudo, mais moderno. E tinha a cara de São Paulo, uma cidade cinza, barulhenta, perigosa – mas divertida. “É uma banda de bar. Uma banda pra ir embora quando o sol estiver raiando e de ressaca.”, diz Adriano Cintra, um dos fundadores do Butcher’s, ex-CSS, atual Madrid e infinitos outros projetos. O hiperativo e hipercriativo Adriano (“É porque sou geminiano”, brinca) diz que sente falta daquele clima de despretensão dos anos 90: “Os inferninhos meio que sumiram, né? Nos anos 90 era qualquer negócio, tinha um chão com uma tomada, vc levava suas coisas, plugava e tocava. Eu sinto falta disso. Acho que perdeu muito. Teve uma frescurização das coisas.&#8221;</p>
<p><strong>Não quero ser grande</strong></p>
<p>“É rock, liga as coisas e pronto”, diz Adriano, quando conta como foram o final dos anos 90 e começo dos anos 2000 para o Butchers. Além de produzir sete discos em sete anos, de “Super Derby Recreation”, de 97, a “Stop Talking About Music”, de 2004, a banda fez incontáveis shows durante o período. Eram de três a quatro por semana, na capital, interior e outras cidades do Brasil. Eles chegaram a excursionar pela Argentina e pela Europa durante 40 dias, mas o sucesso internacional nunca foi uma meta. “Tocamos em cidades absurdas da Alemanha, tocamos na Eslovênia, em uns picos muito de garagem, porque a gente sempre teve essa coisa de ser mais underground. A gente nunca quis ser mainstream, sabe. Sempre quis ser mais uma coisa de bar, mesmo. De quem gosta de sair à noite, beber, ficar bêbado e ver um show legal. É muito mais isso do que tocar na festa do Fashion Week ou em grandes festivais. Não era a nossa ir lá e virar o The Hives, ir lá e tocar no VMA. A gente gostava do Oblivians, banda que os integrantes moram até hoje em Detroit e têm emprego.”</p>
<p>O ideal de turnê do trio não era hotéis cinco estrelas e camarins com champagne, mas sim diversão enlouquecida: “Teve essa turnê que a gente fez com Os Pedrero, uma banda punk do Espírito Santo, e o Motosierra, do Uruguai… mano, a gente entrava numa van, tocava, sei lá, no Rio, aí saindo do show entrava todo mundo na van, sujo, e ia até o Espírito Santo. Chegava lá todo mundo de ressaca, ia pro lugar do show, ninguém tinha dormido direito. Era assim, dez nego fedido dentro de uma van, sei lá, dez dias… mas era muito divertido.”</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/5445017" width="500" height="400" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Encontros, desencontros e a cena garage rock</strong></p>
<p>A banda nunca deu dinheiro para o sustento dos seus integrantes, mas sempre foi encarada com paixão. O problema, é claro, é que em muitos momentos perdeu espaço para outros projetos: Marco e Adriano moraram foram do país, o último a bordo do furacão CSS, que virou menina-dos-olhos do mundo hype nos anos 2000 e do qual acabou de se desligar.</p>
<p>Apesar das longas pausas, o Butchers nunca chegou a terminar, e o reencontro neste ano foi mais fácil do que eles imaginavam: “Foi muito legal, porque a gente não tocava junto fazia uns dois anos. Aí a gente falou: ‘vamos reestreiar?’. A gente foi pro ensaio, tocou todas as músicas, saiu tudo de primeira. Igual andar de bicicleta, não esquece.” Isso anima a compor coisas novas? “Tem quatro músicas que a gente gravou em 2008, que são inéditas e precisamos finalizar. Fazer música com o Marco é muito fácil, a gente começa a tocar, ele começa a cantar umas coisas por cima, o Jonas faz as viradas e quando a gente vê já tem uma música pronta.” Sacou o lance do encontro de almas?</p>
<p>Nunca houve no Brasil propriamente uma cena garage rock: “A gente tocava muito com as bandas punk, era engraçado. Mas tocamos também muito com o Forgotten Boys e o Autoramas&#8230;” E hoje, existe uma cena? “Tem o Human Trash, que toca com a gente no Joia na sexta. Tem o pessoal do projeto Caffeine Studio Sound Studio. Lá fora tinha essa banda chamada Mika Miko. Era a última banda fodona que eu olhava e falava: puta, essa banda é legal pra caralho. Tem um disco que chama “We Be Xuxa”, porque uma das minas viu a Xuxa uma vez na TV e pirou. E tem uma banda que chama Hunx and His Punx, que é tipo foda. O cara é tipo um Richard Hell gay, e montou uma banda só de mina gordinha e é tipo um rock zoado, bagaceira, muito foda.”</p>
<p><strong>Back to basics</strong></p>
<p>A intermitente história do Butcher’s Orchestra tem um acompanhamento incidental curioso: apesar das pausas, da aversão ao sucesso, do som tosco e muitas vezes mal produzido (“Nossos discos eram produzidos em um fim-de-semana”), a banda cultivou ao longo dos anos uma legião de fãs fiéis, que acompanham o trio aonde quer que ele vá. “Engraçado que eu não tenho essa noção. A gente tocou umas semanas atrás na Casa do Mancha, e era um domingo, tava chovendo, frio pra caralho, eu falei, mano, não vai vir ninguém. No lugar cabe, sei lá, 150 pessoas e tinha umas 200. Depois a gente tocou no Sesc Belenzinho e eu pensei: ninguém vai vir aqui… e as pessoas sabiam cantar as músicas, e as músicas mal tem letra (risos)… bizarro.”</p>
<p>A empatia visceral que os açougueiros despertam não pode ser explicada por um único fator. “Eu acho que porque é uma banda de verdade. A gente sempre gostou muito de tocar, as músicas são divertidas, a gente deu muito certo compondo juntos. E os shows sempre foram muito legais, sempre muito barulhentos, muito rápidos. As pessoas gostam, acho que sei lá, elas se identificam.”</p>
<p>Outro fator que contribui para para o culto ao Butcher’s é uma certa nostalgia desse tempo do rock n´roll mais direto e reto do qual a banda faz parte. Mais cru, preto no branco, mais música e menos hype: “Eu acho que os anos 90 vão voltar a qualquer momento. As pessoas estão chegando nuns 35, 40 anos e todo mundo começa a olhar pra trás pra tentar saber de onde veio. Sei lá, teve show do Pin-ups na Virada Cultural, foi muito legal. A gente tá num momento de dar uma olhada a… quantos anos atrás? Quinze anos atrás? Pra ver o que tava acontecendo, pra depois olhar pra frente de novo.”</p>
<p>Olhar pra trás, voltar ao básico, desconstruir os excessos para reencontrar a essência da música. E da vida, afinal. Let’s go back to our future.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>The Butcher&#8217;s Orchestra no Cine Joia<br />
Abertura com Human Trash<br />
Sexta-feira, 18 de maio<br />
Horário de abertura da casa: 21h<br />
Horário previsto do show de abertura &#8211; 22h<br />
Horário previsto do show principal &#8211; 0h<br />
Ingressos: R$ 15,00 a R$ 40,00</p>
<p><strong>Discografia Thee Butcher&#8217;s Orchestra</strong></p>
<p>Stop Talkin&#8217; About Music (2004)<br />
What about now (2004)<br />
B-Sides Series Vol.1 (2003)<br />
In Glorious Rock n&#8217; Roll (2002)<br />
Golden Hits by&#8230; (2001)<br />
Deluxe 2000 (1999)<br />
Super Derby Recreation (1997)</p>
<p><strong>O Thee Butcher&#8217;s Orchestra é:</strong></p>
<p>Adriano Cintra (guitarra)<br />
Marco Butcher (voz e guitarra)<br />
Jonas Morbach (bateria)</p>
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		<title>Memórias, rouquidão e uísque</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 20:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[bob dylan]]></category>

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Por Eduardo Cuducos*
“Três doses de uísque doze anos no mesmo copo, sem gelo”. Foi dizendo essa frase que comecei a ouvir os primeiros acordes do show do Bob Dylan, o segundo dele aqui em São Paulo em 2012. Cheguei atrasado, já que os trens da CPTM estavam desativados na Marginal Pinheiros e os usuários só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton5043" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F7ohwszo&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Mem%C3%B3rias%2C%20rouquid%C3%A3o%20e%20u%C3%ADsque&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F16%2Fmemorias-rouquidao-e-uisque%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/bobd.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/bobd.jpg" alt="" title="Com as fotos proibidas nos shows, sobrou espaço para mais atenção à música do mestre Dylan" width="560" height="371" class="alignleft size-full wp-image-5044" /></a><br />
<em>Por Eduardo Cuducos*</em></p>
<p>“Três doses de uísque doze anos no mesmo copo, sem gelo”. Foi dizendo essa frase que comecei a ouvir os primeiros acordes do show do Bob Dylan, o segundo dele aqui em São Paulo em 2012. Cheguei atrasado, já que os trens da CPTM estavam desativados na Marginal Pinheiros e os usuários só eram avisados na integração do metrô amarelo com a linha. De lá, fui de ônibus dividindo espaço com muitos corinthianos que amarguravam a desclassificação no Paulistão 2012 naquela mesma tarde.</p>
<p>Peguei meu meio copo de uísque corri para o meu lugar no show. Eu já tinha escutado essa primeira canção inúmeras vezes — devia ser de um dos discos da década de 60 ou 70, a fase dele que mais gosto, pensei. Não lembrei no dia, mas era a música que antecede ‘Just Like a Woman’ no famoso álbum Blonde on Blonde de 1966.</p>
<p>A voz rouca soava cansada. Cansada não para parar, nem para sentar, muito menos para se calar. Estava cansada e forte. Tão cansada que fazia o cantor reinventar as canções de quando tinha seus 20 ou 30 anos, mas tão forte que fazia das velhas canções provocações penetrantes e tingidas de azul&#8230; azul de blues, claro.</p>
<p>Dei um primeiro gole e afastei um pouco meu chapéu para secar o suor da testa, feliz de ainda poder ver (e não só escutar) boa parte da primeira música. Aquela batida folk cantada com rouquidão e com um ar desdém eu já havia ouvido ao vivo em 2008, e eu sabia o quanto ela iria me fazer imergir em memórias e sensações. Assim como em 2008, a firmeza e a certeza da voz de Bob Dylan contrastava com a incerteza do mundo lido por suas letras — e assim eu ia relendo, mais uma vez, minha própria vida naqueles versos todos.</p>
<p>A gaita chegou, minutos depois, ensurdecendo a plateia para toda e qualquer outra coisa que não fosse a música tocada pela banda naquele palco azul, cantada pelo poeta rouco. Logo no começo veio ‘Things Have Changed’, música das mais icônicas da carreira de Bob Dylan. Em 2000 ela foi indicada para o Oscar, junto com outras sensacionais, como ‘I’ve Seen it All’, da Björk, ou ‘My Funny Friend and Me’, do Sting. A islandesa compareceu à cerimônia com um vestido quase tão polêmico quanto o filme que fizera com Lars von Trier. O ex-vocalista do The Police compareceu com uma apresentação impecável. Bob Dylan não deu as caras na festa, cantou de um telão, do outro lado do mundo — e levou a estatueta.</p>
<p>Esse tom de descaro errante, típico de folk e do beat que Bob Dylan deixa transparecer, teve seu auge quando veio ‘Tangled Up in Blue’, música que abre o que eu considero seu melhor álbum (Blood on the Tracks, de 1975). Mais adiante, as incertezas e interrogações de ‘Simple Twist of Fate’ me fizeram sentir velho. Cada uma daquelas músicas que eu acabara de ouvir me marcaram muito, mas eu começava, só então, a perceber o que elas evocavam no meu íntimo no show de 2008, e o que elas estavam evocando agora. Me senti olhando minhas próprias rugas e lembrando das preocupações e das conquistas que as fizeram crescer, percebendo que as enormes lacunas do mundo fazem vitórias e derrotas serem celebradas com um tom tão triste quanto sábio.</p>
<p>Minhas emoções iam se entrelaçando com as músicas. O fim foi chegando com uma delícia atrás da outra: ‘Highway 61 revisited’, ‘Like a Rolling Stone’, ‘Ballad of a Thin Man’, ‘All Along the Watchtower’&#8230; me sentia Brás Cubas nas vertigens que abrem sua biografia. Me lembrava até das músicas não tocadas e de como elas me tocavam — foi o caso da romântica não-tocada ‘Spirit on the Water’, puxada na minha memória pela execução de ‘Thunder on the Mountain’ no show (afinal, uma segue a outra no ‘Modern Times’, álbum de 2006).</p>
<p>Meu uísque já havia acabado há um tempo e eu nem ligara, mas me doeu a hora de voltar a ter os dois pés no chão: com um ar de descaso a banda e o poeta se despedem, simplesmente somem, e eu sabia que era hora de encaixar as peças íntimas que a voz rouca bagunçou, sem desespero, afinal, a resposta, meu amigo, está soprando ao vento&#8230;</p>
<p><em>*Eduardo Cuducos é sociólogo, líder de projetos na Insitum e faz auto-terapia escrevendo poemas e escutando belas letras.</em></p>
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		<title>Entrevista: Cabana Café prepara seu primeiro álbum com feijoada</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[cabana café]]></category>

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Cabana Café: da esq. para dir.: Mário Gascó, Lucas Mercial (ao fundo de camiseta branca), Alan Santiago (ex-guitarrista), Gustavo Athayde Amaral, Rita Oliva, Taian Cavalca Diniz, Zelino Lanfranchi Junior)
Por Gabriela Bueno
Você já conhece a banda Cabana Café? Seis lindos, queridos, amigos (família!), “talentosérrimos”, que compartilham uma “casa-estúdio” ali na Vila Mariana. Do lado de fora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton5027" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F8x7et2q&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Entrevista%3A%20Cabana%20Caf%C3%A9%20prepara%20seu%20primeiro%20%C3%A1lbum%20com%20feijoada&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F16%2Fentrevista-cabana-cafe-prepara-seu-primeiro-album-com-feijoada%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cabanacafe2.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cabanacafe2.jpg" alt="" title="cabanacafe2" width="560" height="840" class="alignleft size-full wp-image-5029" /></a><br />
<em>Cabana Café: da esq. para dir.: Mário Gascó, Lucas Mercial (ao fundo de camiseta branca), Alan Santiago (ex-guitarrista), Gustavo Athayde Amaral, Rita Oliva, Taian Cavalca Diniz, Zelino Lanfranchi Junior)</em><br />
Por Gabriela Bueno</p>
<p>Você já conhece a banda Cabana Café? Seis lindos, queridos, amigos (família!), “talentosérrimos”, que compartilham uma “casa-estúdio” ali na Vila Mariana. Do lado de fora da casa eles são reconhecidos como parte da nova leva da MPB paulista, com pitadas de indie e até de bossa. Do lado de dentro, a vocal Rita Oliva me contou que nunca procuraram uma classificação. A trupe procura fazer algo que acalente os ouvidos, faça sentido e os empolgue na hora de tocar. Além do pé no rock, a banda também tem a inevitável influência brazuca, mas o lema é a “não-regra” mesmo: com ritmos diversos e línguas variadas eles fazem o que dá gosto. Antes de continuar você precisa conhecer um pouco mais da intimidade, do trabalho e do dia-a-dia deles na<a href="http://eixuxu.blogspot.com.br/2011/06/stay-tuned-cabana-cafe.html" target="_blank"> entrevista </a>que deram lá no “Coreto” do Ei xuxu.</p>
<p>Depois do lançamento do EP &#8220;Jangada Elétrica&#8221;, de 2010, e de mais dois singles, &#8220;Le Gato&#8221; e &#8220;Dos&#8221; no ano passado, o Cabana Café prepara o primeiro álbum. O lançamento será no dia 4 de setembro – piscou, chegou. Caso a ansiedade começar a provocar uma leve gastrite – como proceder?: <strong>Ir aos próximos shows inéditos, que trazem surpresinhas do novo repertório. <img src='http://www.lineupbrasil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></p>
<p>O primeiro dos shows rolou no dia 30 de abril, em São José dos Campos e domingo, dia 20 deste mês, vai rolar mais um lá na Casa fora do Eixo. A Première do disco, no estilo crowdfunding, acontece <strong><span style="text-decoration: underline;">neste sábado, dia 19</span></strong>. A entrevista sobre a pré-produção do novo álbum, como foi o show em São José, detalhes do próximo evento e algumas <em>cositas más</em> você confere a seguir:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Em janeiro vocês foram pro Sítio Panari compor e produzir o tão esperado novo trabalho da banda – como surgiu a ideia? </strong></em></p>
<p><strong>Rita:</strong> Desde as composições pro Jangada Elétrica, que surgiram em outro sítio, a gente já gostava de se isolar num lugar quieto, longe da civilização, pra mergulhar de cabeça nas músicas. Então essa já era uma ideia que fazia parte do nosso processo de composição. Depois que veio todo mundo pra Sampa e a gente montou nosso próprio estúdio, ficou mais fácil de produzir, mas mesmo assim a gente sentiu falta de mudar de ares e ir pra um lugar mais tranquilo. Aí surgiu a ideia do sítio em Jundiaí, e a gente foi sem pensar duas vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Agora me conta sobre as dores &amp; delícias de fugir de São Paulo pra algo tão especial (caso exista alguma dor nisso, rs).</strong></em></p>
<p><strong>Rita:</strong> É muito bom estar num lugar onde não pega nem telefone nem Internet, onde a única distração na hora de fazer as músicas é uma turma de vacas mugindo (é muito engraçado, elas param todas na cerca e ficam olhando a gente tocar). Fora isso, a gente já acorda no gás da composição, com tudo montado, só sentar e tocar, o que é ótimo. E tem o futebol improvisado, a gente também leva os longs pra descer a ladeira, tudo isso ajuda a entrar no clima e acaba refletindo nas músicas também.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/wvaUMraPVRU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><em><strong>Como foi o show em São José fechando o mês de abril? </strong></em></p>
<p><strong>Rita:</strong> Dá pra dizer que foi um dos melhores shows que a gente já fez. A gente tava bem confiante, apesar de ter várias músicas novas no meio. Temos um público fiel em São José, então tinha uma expectativa do pessoal, de ouvir as músicas mais antigas, mas rolou uma aceitação boa das novas. Foi também o primeiro show com formação nova, sem o Alan, nosso ex-guitarrista, e pra mim, particularmente, foi uma experiência nova porque foi a primeira vez que toquei teclado ao vivo na banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>O financiamento colaborativo está em alta. Vocês já tiveram o gostinho de investir em algum projeto que virou realidade? Qual? Porque escolheram apoiar tal projeto? </strong></em></p>
<p>Há pouco tempo apoiei o Catarse do disco do Single Parents, o Unrest, que saiu em março. Acho que tem tudo a ver investir em quem a gente acredita. Um amigo me disse um dia que prefere investir em quem tá batalhando pra levar o trabalho artístico pra frente do que dar dinheiro pra político. Acho que é bem isso, a gente paga tanto imposto que não leva a nada porque os caras ficam mamando no governo, então porque não dar uma grana direto pro projeto em que a gente acredita e quer ver acontecer? O último projeto que contribuí foi o do Mundano, o PimpMy Carroça, que encerrou semana passada. Nos dois casos tenho certeza que meu dinheiro foi muito bem investido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Ainda sobre crowdfunding, voltando pra vocês: me conta no detalhe o que vai rolar sabadão!</strong></em><br />
A ideia da festa de sábado é, ao invés de fazer o financiamento coletivo pelo Catarse (pedir colaboração das pessoas e dar a recompensa quando o disco sair), queremos fazer uma coisa imediata, um crowdfunding ao vivo. A pessoa vai até o evento, assiste uma première das músicas do disco em um show exclusivo, escolhe outros opcionais do pacote na hora de entrar (podendo inclusive só ver o show) e retira tudo na hora. Entre os opcionais vamos oferecer feijoada (é um evento de dia, começa às 14h e vai até às 21h) e produtos da banda em edição limitada, com a assinatura de artistas amigos nossos.</p>
<p>Também vai rolar compra antecipada do disco, pra receber em setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Sobre as recompensas, quem são os novos artistas envolvidos nos cartazes e adesivos do Cabana? </strong></em></p>
<p>Os designers Renata Oliveira, Giovana Barbieri e Victor Meira, o fotógrafo Vitor Neves e o grafiteiro Iskor, além do nosso designer-batera Mário Gascó. Mais pra frente, provavelmente no segundo semestre, vamos fazer um evento com o foco nesses e em outros artistas que a gente curte e acredita muito no trabalho. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Sobre as recompensas tá valendo mesmo o beijo do Marito? (Heheh)</strong></em><br />
Tá sim, segundo o próprio Mário o preço é oscilante. <img src='http://www.lineupbrasil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E a feijuca? Algum integrante da banda tem dotes culinários? Se sim, qual a especialidade? Rola compartilhar a receita? </strong></em></p>
<p>A ideia da feijoada foi dada por uma amiga da banda, que quer contribuir pra festa de um jeito diferente, então é ela quem vai fazer. Na banda o pessoal é bem prendado, na verdade. O Lucas é chamado de “vovó” porque ele faz doces e bolos de aniversário dignos de vó. O Mário também tem seus dotes. Ao invés da receita, algo muito melhor, ó:</p>
<p>Sinhá Cabana #1 – Bauru </p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/x1MYAHw4D4Y" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Sinhá Cabana #2 – Bolo </p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/_05Z28E7ENU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Dia 19</span></p>
<p>Rua João Moura, 2360, Vila Madalena &#8211; São Paulo.</p>
<p>(só 5 minutinhos a pé do Metrô Vila Madalena)<br />
Entrada: R$15,00<br />
Horário: porta 14h / show 16h<br />
(não aceita cartão, pagamento em cash)</p>
<p>Vai perder essa? Aproveita pra já confirmar sua presença <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/events/406347096064775/permalink/406347099398108/" target="_blank">aqui</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Dia 20</span></p>
<p>Casa fora do Eixo – Rua Scuvero, 282, Liberdade &#8211; São Paulo.</p>
<p>Entrada: Gratuita.<br />
Horário: à partir das 16hs.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Kraftwerk: tataratás da música eletrônica ainda são os favoritos da galera</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[kraftwerk]]></category>
		<category><![CDATA[sonar]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet
Por Hisato Tanaka. Foto Zé Roberto Pereira
A venda de tevês 3D deve ter aumentado desde o último final de semana. Os tataratás vovôs da eletrônica fizeram do Sónar SP uma Broadway minimalista e de apelo popular. Não é a toa que esse show foi projetado orignalmente pra o novaiorquino MoMa, é a formatação mais pop [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton5035" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F757f5d2&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Kraftwerk%3A%20tatarat%C3%A1s%20da%20m%C3%BAsica%20eletr%C3%B4nica%20ainda%20s%C3%A3o%20os%20favoritos%20da%20galera&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F15%2Fkraftwerk-tataratas-da-musica-eletronica-ainda-sao-os-favoritos-da-galera%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/kraftwerk011.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/kraftwerk011-e1337114477992.jpg" alt="" title="kraftwerk01" width="560" height="373" class="alignnone size-full wp-image-5040" /></a></p>
<p>Por Hisato Tanaka. Foto Zé Roberto Pereira</p>
<p>A venda de tevês 3D deve ter aumentado desde o último final de semana. Os tataratás vovôs da eletrônica fizeram do Sónar SP uma Broadway minimalista e de apelo popular. Não é a toa que esse show foi projetado orignalmente pra o novaiorquino MoMa, é a formatação mais pop e norte-americana dentre as apresentações dos krauts vistas por aqui.</p>
<p>E deve-se louvar, logo de cara, a qualidade técnica de som do Sónar Brasil; afinal o Anhembi é conhecido como o “matador de som dos shows”. Tudo estava quase sempre ótimo e, durante a apresentação do Kraftwerk, praticamente impecável: que delícia é um show onde os graves acariciam a nossa pele. Um reconforto que se uniu ao repertócio clássico e o novo e tecnológico truque de circo.</p>
<p>O espetáculo 3D na verdade foi bem básico, funcional, germânico, só um pequeno updated no conhecido material gráfico da banda, uma videoart à Norman McLaren. Um playground imagético que arrancou muitos aahs e oohs da platéia e as vezes dava vontade de urinar nas próprias calças. Na cinematografia atual, diz-se que atirar objetos na linha de visão da platéia é a forma mais baixa dentre os truques 3D e o Kraftwerk prova que em shows, é pra jogar pra platéia mesmo. </p>
<p>Na música propriamente dita, entre o animado e o introspectivo, as versões atuais estão mais despojadas e remetem às gravações originais. Lembra muito o atual indie rock. “Radioactive” é sempre emblemática, “Tour de France” afinal se livrou da cafonice trance (apesar de continuar uns cinco anos atrasada, desta vez em versão deep house) e “Trans-Europe Express” continua longa como viagem até Pirituba. A versão original do show, no Moma de NY e algumas capitais como Londres, durava pouco mais de duas horas. Então, na noite de sexta passada, faltaram algumas, como “Electric Coffe”, onde o líquido era despejado numa xícara 3D. E faltou o hit “The Model” porque essa virou proibida na pista, depois do atentado da versão do Seu Jorge no show do U2, no ano passado. </p>
<p>Louve-se ainda o bonito público do primeiro dia do Sónar. De feio, só aquele pessoal que prefere coletar provas de que estiveram lá, gravando, fotografando e postando. Bem, mas pode ser que toda essa gente tenha blogs. Sinal então que devem haver blogs desnecessários demais por ai. Outro comportamento irritante vêm daquelas atitudes Lei de Gerson. Engraçado que dá pra identificá-los fácil porque esses costumam estar mal vestidos, versões erradas da Gaga. O mau gosto contamina a vida, pelo jeito.</p>
<p>E pra finalizar, a melhor frase ouvida durante o show, dita por uma lesadinha mais animada: “Véi, é reggiiiiiiii!!!”. Ou seja, Boing Boom Tschak para todos.</p>
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		<title>Ingressos para The Radio Dept. à venda hoje</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[the radio dept.]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet
Não é a toa que Sofia Coppola escolheu nada menos do que três músicas do The Radio Dept. para a trilha sonora do seu filme Marie Antoinette. Ao narrar a história da imatura rainha francesa como uma adolescente mimada e sonhadora, o dream-pop sutil dos suecos caiu perfeitamente para representar o delicado estado de consciência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton5021" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F86qz5vo&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Ingressos%20para%20The%20Radio%20Dept.%20%C3%A0%20venda%20hoje&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F15%2Fingressos-para-the-radio-dept-a-venda-hoje%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/trd.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5022" title="trd" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/trd-e1337091763349.jpg" alt="" width="560" height="461" /></a></p>
<p>Não é a toa que Sofia Coppola escolheu nada menos do que <em>três</em> músicas do The Radio Dept. para a trilha sonora do seu filme Marie Antoinette. Ao narrar a história da imatura rainha francesa como uma adolescente mimada e sonhadora, o dream-pop sutil dos suecos caiu perfeitamente para representar o delicado estado de consciência da jovem, confuso e doce, mas em conflito entre a tradição e o moderno, como parece ser o som da banda.</p>
<p>Há uma estrutura clássica no som do The Radio Dept, como uma espécie de Mozart dos novos tempos (sem intenção aqui de comparar os dois, obviamente). Mas o uso das distorções de guitarra e dos sintetizadores não deixa dúvidas de que essa base tradicional é apenas o trampolim para uma experiência sensorial mais aguçada. Os suecos navegam nos mares do shoegaze e do dream-pop de My Bloody Valentine, Jesus and The Mary Chain ou Cocteau Twins para investigar percepções sonoras sutis &#8211; não necessariamente novas. O som do The Radio Dept. não soa moderno à primeira vista. Ele exige dedicação.</p>
<p>Apesar do relativo sucesso após o filme, a banda nunca foi muito de fazer muitos shows &#8211; o que torna sua vinda pra cá em julho bastante especial. Os caras vêm divulgar seu terceiro trabalho, &#8220;Clinging to a scheme&#8221;, lançado depois de um hiato de quatro anos de espera, em 2010. Não tem a estranheza do primeiro, &#8220;Lesser Matters&#8221;, de 2003, ou a experimentação eletrônica do segundo, &#8220;Pet Grief&#8221;, de 2006, mas ainda revela uma banda com faro para o minimalismo e uma sensualidade sutil, tão rara nos dias de hoje de tanto barulho sem sentido.</p>
<p>O The Radio Dept. vem ao Brasil no esquema de crowdfunding promovido pela Playbook, que já angariou 150 participantes para o show com ingressos-reembolsáveis e agora abre a venda normal de ingressos ao público em geral. O show acontece dia 06/07 no Beco 203, em SP.</p>
<p>Serviço</p>
<p>The Radio Dept. no Beco 203<br />
Horário: 22h (abertura da casa)</p>
<p>Ingressos (à venda a partir de 15/05)<br />
R$ 70 primeiro lote<br />
R$ 90 segundo lote<br />
R$ 110 terceiro lote</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/mQqpFaeGgFQ" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>Show da banda Tennis é adiado</title>
		<link>http://www.lineupbrasil.com.br/2012/05/15/show-da-banda-tennis-e-adiado/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[tennis]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet
As apresentações da dupla americana Tennis, que aconteceriam nesta sexta e sábado em São Paulo e Porto Alegre, no Beco daqui e de lá, foram adiadas por problemas de visto da banda. Infelizmente, ainda não existem notícias sobre novas datas para a apresentação da banda.
O casal de Denver vinha mostrar seu último trabalho, Young &#38; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton5016" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F7zo3msg&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Show%20da%20banda%20Tennis%20%C3%A9%20adiado&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F15%2Fshow-da-banda-tennis-e-adiado%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/banner_tennis-band.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5017" title="banner_tennis-band" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/banner_tennis-band.jpg" alt="" width="504" height="162" /></a></p>
<p>As apresentações da dupla americana Tennis, que aconteceriam nesta sexta e sábado em São Paulo e Porto Alegre, no Beco daqui e de lá, foram adiadas por problemas de visto da banda. Infelizmente, ainda não existem notícias sobre novas datas para a apresentação da banda.</p>
<p>O casal de Denver vinha mostrar seu último trabalho, Young &amp; Old, uma coleção de canções pop delicadas e de harmonias suaves, um belo descanso para os ouvidos depois do final de semana intenso do Sónar. Agora é esperar pelas novas datas.</p>
<p>A boa opção pra sua sexta-feira é ir conferir os brazucas do Thee Butchers Orchestra no Cine Joia, com o melhor do rock garageira nacional de volta à cena.</p>
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		<title>Sónar SP: Tabelão da crítica Lineup Brasil</title>
		<link>http://www.lineupbrasil.com.br/2012/05/14/sonar-sp-tabelao-da-critica-lineup-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[chromeo]]></category>
		<category><![CDATA[James Blake]]></category>
		<category><![CDATA[Justice]]></category>
		<category><![CDATA[kraftwerk]]></category>
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		<description><![CDATA[TweetTentando não nos perder no mar de ofertas de shows que o SónarSP oferecia, escalamos um time de feras para nos ajudar a avaliar assim, de bate-pronto, como se saíram algumas das principais atrações do festival. Uninamidades são difíceis, parece que ninguém além do Kraftwerk, os vovôs da música eletrônica, conseguiu agradar a gregos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4979" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F7z6oh86&amp;via=lineupbrasil&amp;text=S%C3%B3nar%20SP%3A%20Tabel%C3%A3o%20da%20cr%C3%ADtica%20Lineup%20Brasil&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F14%2Fsonar-sp-tabelao-da-critica-lineup-brasil%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Tentando não nos perder no mar de ofertas de shows que o SónarSP oferecia, escalamos um time de feras para nos ajudar a avaliar assim, de bate-pronto, como se saíram algumas das principais atrações do festival. Uninamidades são difíceis, parece que ninguém além do Kraftwerk, os vovôs da música eletrônica, conseguiu agradar a gregos e troianos.</p>
<p>A classificação vai de 5 estrelas (&#8220;fodido&#8221;) à bolinha (&#8220;uma bosta&#8221;). Confere o que os críticos têm a dizer e pode meter o pau ou dar sua opinião ai em baixo nos comentários. <img src='http://www.lineupbrasil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tabelao.jpg"><img class=" wp-image-4999 alignnone" title="Tabelão Sónar dia 11" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tabelao.jpg" alt="" width="560" height="421" /></a></p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tabelao_sonar21.jpg"><img class=" wp-image-5001 alignnone" title="Tabelão Sónar dia 12" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tabelao_sonar21.jpg" alt="" width="560" height="370" /></a><br />
<strong>Quem avaliou o Sónar SP:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/caco1.png"><img class="alignleft  wp-image-4995" style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: white; border-style: solid;" title="caco" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/caco1.png" alt="" width="54" height="54" /></a>Caco Neves:</strong><br />
Designer e pesquisador musical.<br />
Ficou muito tempo zanzando pelo festival mas conseguiu pegar bons shows.</p>
<p><strong><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/caue.png"><img class="alignleft" style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: white; border-style: solid;" title="caue" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/caue.png" alt="" width="54" height="54" /></a>Cauê Ueda:</strong><br />
Sócio-fundador da produtora de vídeos Tamago.<br />
Só não viu mais shows no Sónar por falta de um segway.</p>
<p><strong><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gi.png"><img class="alignleft" style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: white; border-style: solid;" title="gi" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gi.png" alt="" width="54" height="54" /></a>Gi Pungan:<br />
</strong>Editora do Lineup Brasil.<br />
Não resiste a uma guitarra, então ficou um pouco entediada no festival.</p>
<p><strong><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hisato.png"><img class="alignleft  wp-image-4984" style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: white; border-style: solid;" title="hisato" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hisato.png" alt="" width="54" height="54" /></a>Hisato Tanaka:</strong><br />
DJ, músico, curador musical e jornalista.<br />
Não aguentou e faltou no segundo dia da festa.</p>
<p><strong><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/samy1.png"><img class="alignleft" style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: white; border-style: solid;" title="samy" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/samy1.png" alt="" width="54" height="54" /></a>Sammy:<br />
</strong>Apresentadora do Lineup Brasil.<br />
Se divertiu pencas, mas sentiu falta de um pouco mais de xequedire no Sónar.</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ze.png"><img class="alignleft" style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: white; border-style: solid;" title="ze" src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ze.png" alt="" width="54" height="54" /></a><strong>Zé Roberto Pereira:</strong><br />
Editor do Lineup Brasil. Não é assim tão fã de música eletrônica e dependendo do estado alcoólico é capaz de confundir Justice com Twelves.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aquecimento final Sónar: Mixtape, mapa, fotos dos palcos</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[sonar]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet
Finalmente chegou o dia do Sónar SP, e logo na primeira noite os alemães do Kraftwerk prometem um show alucinante. Mas não só de projeções 3D é feito o festival: além de várias outras atrações incríveis, o Sónar promete transformar o Anhembi num lugar legal pra um festival, com 3 palcos cobertos ou semi-cobertos. Pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4966" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F7lx88tt&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Aquecimento%20final%20S%C3%B3nar%3A%20Mixtape%2C%20mapa%2C%20fotos%20dos%20palcos&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F11%2Faquecimento-final-sonar-mixtape-mapa-fotos-dos-palcos%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/kraftwerk_nova.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/kraftwerk_nova-e1336754418494.jpg" alt="" title="kraftwerk_nova" width="560" height="352" class="alignnone size-full wp-image-4975" /></a></p>
<p>Finalmente chegou o dia do Sónar SP, e logo na primeira noite os alemães do Kraftwerk prometem um show alucinante. Mas não só de projeções 3D é feito o festival: além de várias outras atrações incríveis, o Sónar promete transformar o Anhembi num lugar legal pra um festival, com 3 palcos cobertos ou semi-cobertos. Pra acalmar a ansiedade nesta tarde, preparamos um Mixtape com nossas sugestões pro roteiro do festival (<a href="http://www.lineupbrasil.com.br/2012/05/10/sonar-sp-um-roteiro-mais-ou-menos-indie-rock/" target="_blank">que você pode ver em detalhes aqui</a>) e separamos algumas fotos da estrutura. Confere:</p>
<p><object width="560" height="300" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="gsPlaylist7039678670" name="gsPlaylist7039678670"><param name="movie" value="http://grooveshark.com/widget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;playlistID=70396786&#038;bbg=000000&#038;bth=000000&#038;pfg=000000&#038;lfg=000000&#038;bt=FFFFFF&#038;pbg=FFFFFF&#038;pfgh=FFFFFF&#038;si=FFFFFF&#038;lbg=FFFFFF&#038;lfgh=FFFFFF&#038;sb=FFFFFF&#038;bfg=666666&#038;pbgh=666666&#038;lbgh=666666&#038;sbh=666666&#038;p=0" /><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://grooveshark.com/widget.swf" width="560" height="300"><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;playlistID=70396786&#038;bbg=000000&#038;bth=000000&#038;pfg=000000&#038;lfg=000000&#038;bt=FFFFFF&#038;pbg=FFFFFF&#038;pfgh=FFFFFF&#038;si=FFFFFF&#038;lbg=FFFFFF&#038;lfgh=FFFFFF&#038;sb=FFFFFF&#038;bfg=666666&#038;pbgh=666666&#038;lbgh=666666&#038;sbh=666666&#038;p=0" /><span><a href="http://grooveshark.com/playlist/S+nar+2012+By+Lineup+Brasil/70396786" title="Sónar 2012 by Lineup Brasil by Lineup Brasil on Grooveshark">Sónar 2012 by Lineup Brasil by Lineup Brasil on Grooveshark</a></span></object></object></p>
<p><strong>Dá uma olhada na estrutura do festival:</p>
<p>Mapa</strong> (clique para aumentar)</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_mapa1.png"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_mapa1-e1336753957633.png" alt="" title="sonar_mapa" width="560" height="349" class="alignnone size-full wp-image-4970" /></a></p>
<p><strong>Palco Sónar Club (palco principal)</strong></p>
<p>Estrutura semi-coberta com capacidade pra 15 mil pessoas. Vem, Kraftwerk!</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarClub.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarClub-e1336754042569.jpg" alt="" title="SSPSonarClub" width="560" height="373" class="alignnone size-full wp-image-4971" /></a></p>
<p><strong>Palco Sónar Village</strong></p>
<p>Estrutura semi-coberta com capacidade para 3 mil pessoas e grama artificial, onde tocam James Pants, Cut Chemist e Doom.</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarVillage.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarVillage-e1336754151780.jpg" alt="" title="SSPSonarVillage" width="560" height="420" class="alignnone size-full wp-image-4972" /></a></p>
<p><strong>Palco Sónar Hall</strong></p>
<p>Auditório fechado com capacidade para 3,3 mil pessoas, onde se apresentam Little Dragon, Austra e Mogwai.</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarHall_2.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarHall_2-e1336754226190.jpg" alt="" title="SSPSonarHall_2" width="560" height="420" class="alignnone size-full wp-image-4973" /></a></p>
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		<title>Sónar SP: um roteiro mais ou menos indie-rock</title>
		<link>http://www.lineupbrasil.com.br/2012/05/10/sonar-sp-um-roteiro-mais-ou-menos-indie-rock/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 20:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zeroberto1974</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[austra]]></category>
		<category><![CDATA[cee-lo geen]]></category>
		<category><![CDATA[chromeo]]></category>
		<category><![CDATA[James Blake]]></category>
		<category><![CDATA[Justice]]></category>
		<category><![CDATA[kraftwerk]]></category>
		<category><![CDATA[Little Dragon]]></category>
		<category><![CDATA[mogwai]]></category>
		<category><![CDATA[sonar]]></category>

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Deixando um pouco de lado as atrações mais experimentais na seara eletrônica, o Lineup Brasil preparou um roteiro para os dois dias do Sónar SP, focado em bandas e artistas que ainda flertam mais intensamente com o rock. É claro que pela característica do festival, todos eles experimentam sonoridades muito além das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4950" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F6wzxgs2&amp;via=lineupbrasil&amp;text=S%C3%B3nar%20SP%3A%20um%20roteiro%20mais%20ou%20menos%20indie-rock&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F10%2Fsonar-sp-um-roteiro-mais-ou-menos-indie-rock%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Por Zé Roberto Pereira</p>
<p>Deixando um pouco de lado as atrações mais experimentais na seara eletrônica, o Lineup Brasil preparou um roteiro para os dois dias do Sónar SP, focado em bandas e artistas que ainda flertam mais intensamente com o rock. É claro que pela característica do festival, todos eles experimentam sonoridades muito além das guitarras e instrumentos analógicos &#8211; e alguns deles sequer podem ser considerados bandas de rock. Mas essa diversidade é que dá a graça ao festival, e pode render surpresas incríveis.</p>
<p><strong>Sexta: renda-se aos robôs</strong></p>
<div id="attachment_4954" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/kraftwerk01.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/kraftwerk01-e1336681153315.jpg" alt="" title="kraftwerk01" width="560" height="420" class="size-full wp-image-4954" /></a><p class="wp-caption-text">Os tiozinhos robóticos do Kraftwerk.</p></div>
<p>A grande atração de sexta não tem um instrumento sequer no palco: o <strong>Kraftwerk</strong> traz ao Brasil um espetáculo com projeções 3D, criado especialmente para uma retrospectiva do grupo no MOMA em Nova York este ano. E a primeira vez que eles apresentam esse show depois da retrospectiva, por isso a expectativa é imensa. É verdade que se você é um amante das guitarras e baterias barulhentas, pode se entediar com as figuras estáticas dos quatro alemães no palco &#8211; mas vale a pena. Eles tocam às 23hs, no palco principal, o Sónar Club. </p>
<p>Antes da &#8220;experiência Kraftwerk&#8221;, vale chegar cedo e conferir no Sónar Village (uma estrutura semicoberta com gramado artificial) o eletrônico com pegada oitentista do <strong>James Pants</strong>, às 21:30. O som do cara tem referências disco e soul, e nas melhores faixas lembra trilhas de filmes brasileiros e pornôs dos anos 80, com aquela atmosfera sexy-swingada. Bacana.</p>
<p>Depois do Kraftwerk, a pedida são os suecos do <strong>Little Dragon</strong>, no Sónar Hall, um auditório com capacidade pra 3 mil pessoas. As atmosferas viajantes criadas pela banda são embaladas pela voz macia da vocalista Yukimi Nagano. Climão, à 01:00. Se você quiser ficar nesse clima mais suave, emende com os canadenses do <strong>Austra</strong>, às 02:30 ali mesmo  no Sónar Hall, que tem uma linha mais épica, com influências pós-punk, às vezes lembrando Zola Jesus.</p>
<p>Agora se você quer mesmo é cair na balada, a hora certa é 02:00, quando o <strong>Chromeo</strong> entra no palco principal. Desnecessário apresentar o eletrofunk dos canadenses, que desde 2004 são presença certa nas pistas, e devem provocar uma catarse para fechar com chave de ouro o primeiro dia de festival.</p>
<p><strong>Sábado: Mogwai até sangrar os ouvidos, James Blake até sangrar o coração</strong></p>
<div id="attachment_4955" class="wp-caption alignnone" style="width: 568px"><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/James_Blake.jpg_cmyk.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/James_Blake.jpg_cmyk.jpg" alt="" title="James_Blake.jpg_cmyk" width="558" height="558" class="size-full wp-image-4955" /></a><p class="wp-caption-text">James Blake.</p></div>
<p>Pode ser que muita gente vá ao festival no sábado pra ver o <strong>Cee-lo Green</strong>, que sobe no palco Sónar Club às 22hs. O pop-soul do cara não é de todo mal e até vale uma passada se você estiver disposto, mas o grande começo do sábado é sem dúvida o <strong>Mogwai</strong>, que entra às 22:30 no auditório Sónar Hall. Donos de uma sonoridade inquietante, os escoceses fazem um som instrumental de guitarras distorcidas e barulhentas, mas com uma pegada viajante, em longas faixas que te carregam sem pressa. Falando assim pode parecer chato, mas o show deve ser bem bom.</p>
<p>Na sequência as opções são contrastantes: no palco principal o <strong>Justice</strong> vem, à 00:00, com seu eletro-rock pesado e dançante, enquanto no auditório o <strong>James Blake</strong> traz suas baladas tristes e cheias de harmonias quebradas e estranhas, mas belíssimas, à 00:30.</p>
<p>Daí pra frente o festival se joga de vez na eletrônica, e talvez minha única recomendação seja dar uma passada no <strong>Modeselektor</strong>, um dos preferidos do Thom Yorke, às 02:10 no palco principal.</p>
<p><strong>Confere aqui a tabela geral de horários e em negrito nossos shows recomendados:</strong></p>
<p><strong>Sexta, 11 de maio:</strong></p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_dia1.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_dia1.jpg" alt="" title="sonar_dia1" width="556" height="455" class="alignnone size-full wp-image-4956" /></a></p>
<p><strong>Sábado, 12 de maio:</strong></p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_dia2.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_dia2.jpg" alt="" title="sonar_dia2" width="556" height="780" class="alignnone size-full wp-image-4957" /></a></p>
<p><strong>Dá uma olhada também no mapa do evento e nas fotos dos palcos:</strong></p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_mapa.png"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sonar_mapa-e1336681528157.png" alt="" title="sonar_mapa" width="560" height="349" class="alignnone size-full wp-image-4958" /></a></p>
<p>Palco Sónar Club (principal):</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarClub_s.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarClub_s.jpg" alt="" title="SSPSonarClub_s" width="234" height="176" class="alignnone size-full wp-image-4959" /></a></p>
<p>Palco Sónar Village:</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarVillage_s.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarVillage_s.jpg" alt="" title="SSPSonarVillage_s" width="234" height="176" class="alignnone size-full wp-image-4960" /></a></p>
<p>Auditório Sónar Hall:</p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarHall_2s.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SSPSonarHall_2s.jpg" alt="" title="SSPSonarHall_2s" width="234" height="176" class="alignnone size-full wp-image-4961" /></a></p>
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		<title>Yaël Naïm de volta a São Paulo no Sesc Pompéia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 14:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[yael naim]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet
Por Gabriela Bueno
A franco-israelita Yaël Naïm é a doçura em mulher. Dona de uma voz conhecida por conquistar plateias e pela simplicidade de suas canções costuma deixar todos de queixo caído e corações amolecidos misturando a sonoridade do jazz, do blues e do folk, apesar de tudo ter começado com música clássica.
Ela nasceu em Paris [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4938" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftinyurl.com%2F6nhygzl&amp;via=lineupbrasil&amp;text=Ya%C3%ABl%20Na%C3%AFm%20de%20volta%20a%20S%C3%A3o%20Paulo%20no%20Sesc%20Pomp%C3%A9ia&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.lineupbrasil.com.br%2F2012%2F05%2F10%2Fyael-naim-de-volta-a-sao-paulo-no-sesc-pompeia%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Yael+Naim+Yal+Nam.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Yael+Naim+Yal+Nam.jpg" alt="" title="Yaël Naïm, doçura de voz que vem a São Paulo pela segunda vez" width="560" height="420" class="alignnone size-full wp-image-4939" /></a><br />
<em>Por Gabriela Bueno</em></p>
<p>A franco-israelita Yaël Naïm é a doçura em mulher. Dona de uma voz conhecida por conquistar plateias e pela simplicidade de suas canções costuma deixar todos de queixo caído e corações amolecidos misturando a sonoridade do jazz, do blues e do folk, apesar de tudo ter começado com música clássica.</p>
<p>Ela nasceu em Paris e aos 4 anos se mudou para Ramat Hasharon com sua família. Em Israel, estudou em um Conservatório de música e decidiu ainda pequenina que faria uma sinfonia quando completasse 30 anos. E para a nossa alegria ela fez isso ainda antes! A linda costuma dizer que amava tanto a música clássica que se concentrava em acabar mais cedo seu dever de casa para poder sentar e só compor. Também passava horas e horas ao piano, que foi presente de seu pai artista.</p>
<p>Já mais velha, em uma noite encantada, Yaël foi assistir ao jazzista Wynton Marsalis no clube Camelot em Tel Aviv e teve a luz de conhecer um saxofonista que tocava com a orquestra de Wynton– a partir daí tudo brilhou ainda mais – todo mês ela aparecia no Camelot para tocarem juntos&#8230; Imagina que sonho?</p>
<p>Você deve estar se perguntando “mas como assim da música clássica ao pop-folk?”. Esse caminho teve a ver com dias e dias ouvindo vinis dos Beatles, Aretha Franklin e Joni Mitchell até gastar&#8230; Te fez algum sentido?</p>
<p>Seu primeiro disco “In a Man’s Womb” foi gravado em 2001, mas lançado só três anos depois quando conheceu David Donatien, um percussionista do oeste indiano. Com ele Naïm diz ter encontrado seu eixo musical – coisa bonita né? Mais bonito ainda é saber que a parceria musical foi naturalmente estendida à vida pessoal e eles se dizem eternos companheiros até hoje. O álbum “Yaël Naïm”, de 2007, foi produzido e gravado por ambos e também leva a assinatura de Donatien.  Cantado a maior parte em hebraico, foi o álbum mais vendido pela internet na França naquela época, e levou a dupla a vários programas de TV franceses. Mais surpresas: a faixa carro-chefe do disco, “New Soul”, fez a trilha sonora do comercial do Mac Book Air, nos EUA.</p>
<p>A boa notícia de hoje é que ela está vindo pra cá pra mostrar seu novo trabalho. Serão dois shows em São Paulo: dia 30 de maio no Bourbon Street e dia 31 no Sesc Pompéia. O último disco, entitulado “She was a boy” também foi feito a quatro mãos – salve David Donatien!. A voz macia de Yaël vem em 13 faixas, dessa vez cantadas todas em inglês&#8230; Ela diz ter misturado nesta última obra tudo o que mais apreciava. Você vai ser tocado por sonoridades que remetem à música clássica, indiana, folk e até pitadas de pop. São cantados biográficos que trazem histórias amorosas, confrontos e sonhos, mas sem nem uma pontinha de fragilidade, repara! O destaque vai para a faixa que intitula o disco por trazer uma mulher obstinada e incompreendida pelo seu caráter puramente livre. Alguma semelhança com Frida Kahlo? E com a capa do “She was a boy”? <img src='http://www.lineupbrasil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/5078154786_09796cb984.jpg"><img src="http://www.lineupbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/5078154786_09796cb984.jpg" alt="" title="Capa do último trabalho da cantora" width="560" height="516" class="alignnone size-full wp-image-4940" /></a></p>
<p>Serviço:<br />
Yaël Naïm<br />
30 de maio no Bourbon Street<br />
R$90</p>
<p>31 de maio no teatro do Sesc Pompéia<br />
De R$8 a R$32</p>
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