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Camera Obscura

Resenha do primeiro show em SP

 
Coachella: Terceiro dia
 

Coachella 2010

terceiro dia

 
Postcards from Coachella
 

Coachella 2010

Primeiro e segundo dias

 

Só um festivalzinho

Confesso que achei o nome já meio estranho: “Just a Fest”. O que p* isso quer dizer? E foi isso que a organização mostrou: falta de preparação pra fazer um Festival de peso. Apesar do ingresso caro, a estrutura era precária (porque é que alguém ainda faz shows naquele lugar?). Difícil acesso, sinalização confusa, caixas de bebidas cheios e com pouco pessoal, saída descoordenada. Uma desorganização totalmente desproporcional ao profissionalismo das bandas envolvidas e completamente desrespeitosa com o público. Houve um momento em que eu preferia ter alugado um daqueles apartamentos no prédio atrás do palco e ficar só ouvindo o show, sem todo aquele transtorno.

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4 comentários

  1. Bruno says:

    Não poderia concordar mais. Eu não vi pela internet (e olha que vi muitos) nenhum comentário elogiando a estrutura do festival.

    Eu teria uma recordação melhor do show (demorei duas horas e meia pra voltar pra casa! Isso sem contar que vim num ônibus lotado porque os táxis que mal andavam por causa do trânsito, estavam lotados) se tudo isso que você citou estivesse sido planejado com seriedade.

  2. zeroberto1974 says:

    Pois é Bruno, e o pior é que não é uma questão de grana, já que o ingresso foi caro e não precisa ser nenhum gênio pra imaginar que aquela locação não é a mais cara de São Paulo. Faltou mesmo foi planejamento e com certeza pesou um desdém do tipo: “o pessoal vai de qualquer jeito”. Pra vc ter uma idéia, eu dei a sorte de pegar um caminho alternativo na saída e consegui chegar na Av. Paulista em meros 40 min. Bastava ter uma sinalização da CET nas rendondezas e muita gente teria se livrado do trãnsito. Mas ninguém se importou em planejar isso.

  3. Thaís Gondar says:

    Hoje pela manhã, enviei um email gigante para a Planmusic apontando todos os erros da produção, desde o endereço incorreto para a retirada dos ingressos, passando pelo amadorismo da estrutura de serviços (principalmente alimentação) e até a dificuldade em pegar um táxi para voltar pra casa. Não é porque o serviço da produtora está garantido pelo prestígio de uma banda como o Radiohead que o público precisa ser desrespeitado. Afinal de contas, pagamos muito caro!
    Faltou mesmo planejamento… Em entrevista, o Luiz Carlos Niemeyer (dono da Planmusic) afirmou que um festival como este “se banca sozinho pela venda de ingressos”. Tudo bem! Até prefiro que não tenha patrocinadores… Mas daí não trabalhar o mínimo? É uma falta de boa-fé com a audiência!

    Link pra entrevista: http://rraurl.uol.com.br/cena/6154/O_homem_que_trara_o_Radiohead

  4. zeroberto1974 says:

    Thaís, se eles responderem (será que vão se dar ao trabalho?) me manda q eu coloco aqui no blog. Gostaria muito de ver as explicações. Valeu

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